quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Am I the same girl?!




Why don't you stop
And look me over
Am I the same girl you used to know?
Why don't you stop
And think it over
Am I the same girl who knew your soul?
I'm the one you want
And I'm the one you need
I'm the one you love
I'm the one you used to meet
Around the corner
Everyday
We would meet
And slip away
But we were much too young
To love each other this way
Am I the same girl?
(Yes I am, yes I am)
Am I the same girl?
(Yes I am, yes I am)
Why don't you stop
And look me over
Am I the same girl you used to know?
Why don't you stop
And think it over
Am I the same girl who knew your soul?
I'm the one you hurt
And I'm the one you need
I'm the one who cried
I'm the one you used to meet
But you are pretending you don't care
But the fire is still there
Now we are no longer too young
To love each other this way
Am I the same girl?
(Yes I am, yes I am)
Am I the same girl?
(Yes I am, yes I am)
Am I the same girl?
(Yes I am, yes I am)
Am I the same girl?
(Yes I am, yes I am)
Have you ever felt the need for something more
With every week comes scratching at your door
Have you ever stopped and wonder what it is you're searching for
Push your luck too far with me
But if you push it any further
You won't have any
Am I the same girl?
Am I the same girl?
(Yes I am, yes I am)

domingo, 26 de outubro de 2008

Se não me entende, não me merece!

Antes de deitar na minha cama e pensar na preguiça de acordar amanhã antes das seis da manhã, vou tentar escrever alguma coisa no meu blog abandonado.
Como devem saber, tô trabalhando muito! E com um único objetivo... um dia eu vou ser chefe ou dona de alguma coisa, e pra chegar lá, tenho que ralar, certo?! Fodam-se aqueles que me fazem sentir culpada por não sair no meio da semana pra tomar uma, fodam-se aqueles que não me convidam mais pra nada por pura birra, fodam-se todos vocês! Um dia eu vou rir disso tudo na varanda da minha casa de praia! Há! =P
Revoltinhas à parte, gostaria de deixar registrado que a velha Roberta está de volta! Só que agora mais cansada e com mais dinheiro! Fabinha, eu sei que você tá lendo isso... sabe aquela minha fase cretina, sem noção, sem escrúpulos?! Pois é... agora ao quadrado! Haha! Vai ouvir muita história ainda!
Bom, era isso... só pra dizer que não morri. Muito pelo contrário, vivo cada dia mais intensamente, conheço cada vez mais pessoas, aproveito todo e qualquer instante pra aprender, sugar informações, e ser uma profissional do caralho, pra conseguir tudo o que eu quero pra minha vida! E não, não me arrependo nadinha de não sair como antes, de não ter tempo como antes, por que se Deus quiser, um dia isso vai sim valer a pena!!!
Saudades daqueles que não vejo o quanto gostaria!


E pra terminar numa boa, uma musiquinha da melhor qualidade pra embalar a noite...


Ella Fitzgerald - Day and Night

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Working Hard

Tô meio com preguiça de falar da viagem ao Rio, mesmo porque não teve muita coisa além de trabalho. Foi super cansativo, e o pouco da cidade que eu conheci... bom, é legal, é bonito, mas também não achei lá essa coca cola toda não. Mas enfim, tem coisas muito interessantes, arquitetura antiga, e com ela cheirinho de mofo. Aliás, o Rio tem cheiro de cocô e mofo. Coisas de quem mora no deserto e não está acostumada à umidade.
De que mais eu posso falar? Vi as putas de Copacabana, vi um carro do BOPE do meu lado, com uma arma gigante apontada pra fora do carro... medo, agonia, Jornal Nacional. Credo! Mudando de assunto...
Só queria dizer que eu tô trabalhando que nem uma louca, não tenho tempo pra mim, pros outros, pra nada. Isso anda me aborrecendo. Eu não tenho medo de trabalho, gosto do que eu faço, mas quando, por exemplo, você descobre por terceiros que o seu pai está doente, quando sua sobrinha, criatura que você ama muito, te liga lembrando do aniversário dela, ou ainda perde TRÊS consultas médicas por falta de tempo ou por esquecimento... há de se pensar na situação.
Semana passada fiz três eventos enormes, trabalhosos e que foram um sucesso. Saiu tudo maravilhoso, mas na sexta feira, ao invés de sair pra comemorar, eu fui pra casa com dores por todo o corpo, meus pés, literalmente, sangravam de tanto que andei. Minhas pernas, minha coluna, minha cabeça, tudo doía. Mas apesar de estar um trapo humano, nada me tirou a satisfação de ouvir os clientes, que não são pouca merda, falarem o quanto estavam agradecidos e como gostaram do evento. É bem o esquema bater pra depois assoprar.
Espero que tanto esforço um dia valha muito a pena.
Não esquecendo de falar da saudade dos meus amigos e da minha família, e de como eu mereço uma caipiroska geladinha neste momento...

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Free as a (freak) bird

Lá vou eu brincar de gente grande!
Vou fazer minha primeira viagem a trabalho. Tô com aquele frio idiota na barriga, frio de menina mimada e que quase nunca teve a oportunidade de se virar sozinha!
Mas ao mesmo tempo que me vem a insegurança de não superar expectativas do cliente, da chefe e as minhas próprias, fico super animada em poder viver uma experiência nova no trabalho... e esperar que nas próximas viagens eu possa ficar mais um pouquinho na cidade e conhecer muita coisa!
A cidade, a propósito, é o Rio de Janeiro, que eu não conheço. E quando eu penso no Rio, as referências que me vêm à mente são: Assalto, morte, engarrafamento, chuva torrencial, Cidade de Deus (o filme), putas em Copacabana, garota de Ipanema (já velha e com a pele detonada) e Projac! hahaha! Ai, bem songa monga mesmo... tô me sentindo interiorana em cidade grande! Aaff!
Bom, de qualquer jeito, quando voltar eu escrevo aqui minhas impressões... =D
Beijos!

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Sad little girl


Era uma vez...

Uma criança no jardim de infância sendo punida pelos coleguinhas maldosos. Por muito tempo esteve à disposição dos seus coleguinhas. Ia a todas as festinhas de aniversário, a todos os encontros no parquinho, dividia seus brinquedos, assistia desenho... mas aí teve que mudar sua dinâmica. Não era sempre que podia frequentar as festinhas, o parquinho, dividir seus brinquedos. E eles, como as crianças que são, não entenderam a menininha e sua nova rotina, então resolveram dar um gelo nela... logo ela, que sempre esteve ali. Ela que sempre mostrou o quanto as tardes passadas no parquinho eram felizes e agradáveis, ela que faz questão de dizer como gosta deles... a menininha está numa nova escola e sente saudade dos velhos amigos. Mas será que os amiguinhos sentem a sua falta?!

quinta-feira, 3 de julho de 2008

Duffy - Warwick Avenue

Eu disse que era um novo vício...






"When I get to Warwick Avenue
Meet me by the entrance of the tube
We can talk things over a little time
Promise me you won't stand by the light
When I get to Warwick Avenue
Please drop the past and be true
Don’t think we’re okay
Just because I’m here
You hurt me bad but I won't shed a tear
I’m leaving you for the last time baby
You think you’re loving,
But you don’t love me
And I’ve been confused
Outta my mind lately
You think you’re loving,
But I want to be free, baby
You’ve hurt me.
When I get to Warwick Avenue
We’ll spend an hour but no more than two
Our only chance to speak once more
I showed you the answers, now here’s the door
When I get to Warwick Avenue
I’ll tell ya baby there we’re through
I’m leaving you for the last time baby
You think you’re loving,
But you don’t love me
I’ve been confused
outta my mind lately
You think you’re loving,
But you don’t love me
I want to be free, baby
You’ve hurt me.
All the days spent together
I wish for better,
But I didn’t want the train to come
Now it’s departed, I’m broken hearted
Seems like we never started
All those days spent together
When I wished for better
And I didn’t want the train to come.
No, no.
You think you’re loving
But you don’t love me
I want to be free, baby
You’ve hurt me
You don’t love me
I want to be free
Baby you’ve hurt me"

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Antes de dormir, algumas palavras...

Passei mais de um mês sem saber o que escrever. Não por falta de assunto, mas por excesso...
Continuo sem saber. Então, pra variar, vou falar d'aquela agonia.
Nesse último mês sofri a pressão dos primeiros dias de emprego, de pessoas que não me cumprimentavam, que não faziam questão de me integrar ao meio, que não sorriam, não falavam. Foi uma merda, uma grande merda.
Minha tia que eu amava muito morreu. Eu ainda não sei falar disso. Ela não queria morrer, e isso me basta pra acreditar que a vida é injusta. E pronto. Além da falta dela, ver meus primos e meu tio sofrerem tirou um pedaço de mim, e eu não me recuperei. Eu ainda estou pesada e triste.
Eu conheci muita gente, mas nenhuma delas me acrescentou. Na verdade, eu me sinto subtraída. Gente mal humorada, infeliz, irritada, mal educada, feia.
Eu conheci alguém que me fez sentir especial, sem mesmo nunca ter me visto antes. Me deu o abraço que eu precisava, me disse coisas que eu merecia escutar, me olhou como se eu fosse única, pelo menos ali, naquele instante. Mas é isso... mais nada... fiquei sozinha de novo.
E eu e minha agonia continuamos andando juntas. Eu pensei ter achado a cura. Eu achei saber o que eu realmente precisava. Eu não sabia. Continuo sem saber. Deve ser por isso que continuo chorando antes de dormir, esperando alguma coisa que me falta.